Escritórios do grupo News Internationals,
em Londres; quatro homens foram presos por sua relação com os supostos
subornos realizados por jornalistas a agentes no caso das escutas
ilegais do jornal The News of the WorldFoto: AP
Cinco
homens, entre eles um policial, foram presos neste sábado por sua
relação com os supostos subornos realizados por jornalistas a agentes
no caso das escutas ilegais do jornal The News of the World, informou a Scotland Yard.
A Polícia Metropolitana de Londres disse que os detidos, homens com idades entre 29 e 56 anos, foram presos entre 4h e 6h no horário de Brasília, em diferentes locais em Londres e Essex, suspeitos de pagar supostos subornos a jornalistas e policiais no escândalo.
O agente, lotado no departamento de vigilância territorial da Polícia Metropolitana, foi detido em serviço em uma Delegacia no centro de Londres, sob a suspeita de "corrupção, má conduta no exercício da profissão em uma repartição pública e conspiração com relação aos dois delitos". Dois dos outros homens foram detidos no condado de Essex e o quarto em uma localidade do norte de Londres. Em dezembro, uma agente de 52 anos foi presa e depois colocada em liberdade após o pagamento de fiança.
Os demais detidos são os ex-diretores do The Sun Fergus Shanahan e Graham Dudman, o atual diretor da seção de fatos, Mike Sullivan, e o chefe de informação Chris Pharo, conforme a rede britânica BBC. Esses indivíduos estão agora sendo interrogados como suspeitos de "corrupção, ajudar e instigar a má conduta em uma repartição pública e conspiração". O porta-voz da Scotland Yard explicou que esta operação está relacionada com pagamentos suspeitos feitos a policiais.
As novas detenções acontecem dentro da chamada Operação Elveden, que investiga possíveis subornos a agentes e se desenvolve de forma paralela à pesquisa policial sobre a espionagem jornalística da publicação britânica fechada em julho.
O juiz britânico Brian Leveson investiga atualmente a ética jornalística com relação às escutas ilegais que foram feitas durante anos pelo jornal The News of the World, propriedade do magnata Rupert Murdoch, que interceptou telefones de ricos e famosos para obter informações exclusivas.
Em 2006 se tornou pública a espionagem jornalística, mas a investigação foi depois fechada pela polícia, que retomou o caso em janeiro. O escândalo foi agravado com a revelação de que foram feitas escutas em telefones de familiares de vítimas de crimes, terrorismo e soldados mortos em combate.
A Polícia Metropolitana de Londres disse que os detidos, homens com idades entre 29 e 56 anos, foram presos entre 4h e 6h no horário de Brasília, em diferentes locais em Londres e Essex, suspeitos de pagar supostos subornos a jornalistas e policiais no escândalo.
O agente, lotado no departamento de vigilância territorial da Polícia Metropolitana, foi detido em serviço em uma Delegacia no centro de Londres, sob a suspeita de "corrupção, má conduta no exercício da profissão em uma repartição pública e conspiração com relação aos dois delitos". Dois dos outros homens foram detidos no condado de Essex e o quarto em uma localidade do norte de Londres. Em dezembro, uma agente de 52 anos foi presa e depois colocada em liberdade após o pagamento de fiança.
Os demais detidos são os ex-diretores do The Sun Fergus Shanahan e Graham Dudman, o atual diretor da seção de fatos, Mike Sullivan, e o chefe de informação Chris Pharo, conforme a rede britânica BBC. Esses indivíduos estão agora sendo interrogados como suspeitos de "corrupção, ajudar e instigar a má conduta em uma repartição pública e conspiração". O porta-voz da Scotland Yard explicou que esta operação está relacionada com pagamentos suspeitos feitos a policiais.
As novas detenções acontecem dentro da chamada Operação Elveden, que investiga possíveis subornos a agentes e se desenvolve de forma paralela à pesquisa policial sobre a espionagem jornalística da publicação britânica fechada em julho.
O juiz britânico Brian Leveson investiga atualmente a ética jornalística com relação às escutas ilegais que foram feitas durante anos pelo jornal The News of the World, propriedade do magnata Rupert Murdoch, que interceptou telefones de ricos e famosos para obter informações exclusivas.
Em 2006 se tornou pública a espionagem jornalística, mas a investigação foi depois fechada pela polícia, que retomou o caso em janeiro. O escândalo foi agravado com a revelação de que foram feitas escutas em telefones de familiares de vítimas de crimes, terrorismo e soldados mortos em combate.
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