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terça-feira, 20 de março de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
Notícias » Mundo » Mundo Peruana é identificada como 17ª vítima no Costa Concordia
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Peruana é identificada como 17ª vítima no Costa Concordia
28 de janeiro de 2012 • 10h08
• atualizado às 18h18
Corpo de uma mulher foi encontrado em cabine submersa, segundo Defesa CivilFoto: Reuters
Conheça o cruzeiro de luxo que naufragou na Itália
Mapa mostra os piores naufrágios em cem anos
Dados da Defesa Civil italiana ainda contabilizam 16 desaparecidos e dois corpos sem identificação. Os pais de Erika, Saturnino e Benedicta, e os dois irmãos que estão na ilha de Giglio há dias, foram acompanhados ao hospital de Grosseto para onde foi transferido o corpo da jovem.
Os mergulhadores que encontraram nesta manhã o corpo na parte submersa do sexto andar relataram se tratar de uma jovem mulher, vestida com camisa e calça escura e sem colete salva-vidas.
"Pelo que fomos informados, a mulher que foi achada nesta manhã seria uma tripulante, pois estava com uniforme de serviço".
Peruanos que trabalham com Erika e conseguiram se salvar, contaram que a jovem formada em Turismo, foi vista pela última vez às 22h (horário local) do dia do acidente.
Algumas versões indicavam que a peruana usava colete salva-vidas e após ajudar passageiros conseguiu entrar em um dos botes, mas caiu pelo excesso de pessoas na pequena embarcação.
Os mergulhadores continuaram suas tarefas neste sábado apesar de o mar estar bastante agitado. O trabalho de retirar o combustível dos tanques do navio foi adiado. As equipes deveriam começar a perfurar os dois tanques restantes neste sábado, mas as condições climáticas e o mar agitado fizeram os responsáveis transferir a operação para domingo.
Naufrágio do Costa Concordia
O cruzeiro Costa Concordia naufragou na sexta-feira, dia 13 de janeiro, após colidir em uma rocha nas proximidades da ilha de Giglio, na costa italiana da Toscana. Mais de 4,2 mil pessoas estavam a bordo. Até terça, dia 24, 16 mortes haviam sido confirmadas. Ainda há desaparecidos, e prosseguem os trabalhos de busca. O Itamaraty informou que 57 brasileiros estavam a bordo do navio, mas nenhum deles está entre as pessoas não encontradas.
O navio, que tem 290 metros de comprimento e 114,5 mil toneladas, margeava a ilha de Giglio quando houve a colisão. Houve pânico e reclamações de despreparo da tripulação. O comandante do Costa Concordia, Francesco Schettino, foi acusado de ter abandonado o navio. Ele disse que estava no comando, mas um áudio divulgado para a imprensa, em que há uma discussão entre ele e a Guarda Costeira, indica que o capitão já estava na costa no momento do resgate.
Notícias » Mundo » Mundo Barco com imigrantes naufraga na Líbia e mata ao menos 15
Quinze imigrantes somalis morreram e outros 40 passageiros estão
desaparecidos após o naufrágio nesta semana de um navio perto da cidade
líbia de Misrata (no oeste do país), anunciou neste sábado o embaixador
da Somália em Trípoli, Abdelghami Wais.
"Quinze corpos foram encontrados na costa de Misrata, entre os quais o de uma criança e os de doze mulheres. Os outros foram considerados desaparecidos", declarou Wais em sua volta de Misrata, onde as vítimas, encontradas na quarta, foram enterradas. Segundo o embaixador, o navio transportava 55 pessoas, todas elas imigrantes clandestinos que tentavam chegar à Europa.
Na terça-feira, o ministro líbio do Interior, Fawzi Abdelali, indicou que seu país enfrenta "enormes problemas" devido à afluência de milhares de imigrantes clandestinos. "A Líbia precisa de muitos recursos para controlar (a imigração). A Líbia não será a guarda fronteiriça da Europa. Mesmo que ela quisesse, não poderia", havia dito o ministro.
No início de dezembro, as autoridades líbias anunciaram a interceptação de um barco transportando mais de 400 imigrantes africanos que iam para a Itália. Muitos africanos se arriscam em embarcações precárias para tentar a perigosa travessia a partir da costa líbia por Malta ou pela ilha italiana de Lampedusa, ao longo da Sicília. Centenas morrem todos os anos.
"Quinze corpos foram encontrados na costa de Misrata, entre os quais o de uma criança e os de doze mulheres. Os outros foram considerados desaparecidos", declarou Wais em sua volta de Misrata, onde as vítimas, encontradas na quarta, foram enterradas. Segundo o embaixador, o navio transportava 55 pessoas, todas elas imigrantes clandestinos que tentavam chegar à Europa.
Na terça-feira, o ministro líbio do Interior, Fawzi Abdelali, indicou que seu país enfrenta "enormes problemas" devido à afluência de milhares de imigrantes clandestinos. "A Líbia precisa de muitos recursos para controlar (a imigração). A Líbia não será a guarda fronteiriça da Europa. Mesmo que ela quisesse, não poderia", havia dito o ministro.
No início de dezembro, as autoridades líbias anunciaram a interceptação de um barco transportando mais de 400 imigrantes africanos que iam para a Itália. Muitos africanos se arriscam em embarcações precárias para tentar a perigosa travessia a partir da costa líbia por Malta ou pela ilha italiana de Lampedusa, ao longo da Sicília. Centenas morrem todos os anos.
polícia britânia prende 5 envolvidos com escutas inlegais
Escritórios do grupo News Internationals,
em Londres; quatro homens foram presos por sua relação com os supostos
subornos realizados por jornalistas a agentes no caso das escutas
ilegais do jornal The News of the WorldFoto: AP
Cinco
homens, entre eles um policial, foram presos neste sábado por sua
relação com os supostos subornos realizados por jornalistas a agentes
no caso das escutas ilegais do jornal The News of the World, informou a Scotland Yard.
A Polícia Metropolitana de Londres disse que os detidos, homens com idades entre 29 e 56 anos, foram presos entre 4h e 6h no horário de Brasília, em diferentes locais em Londres e Essex, suspeitos de pagar supostos subornos a jornalistas e policiais no escândalo.
O agente, lotado no departamento de vigilância territorial da Polícia Metropolitana, foi detido em serviço em uma Delegacia no centro de Londres, sob a suspeita de "corrupção, má conduta no exercício da profissão em uma repartição pública e conspiração com relação aos dois delitos". Dois dos outros homens foram detidos no condado de Essex e o quarto em uma localidade do norte de Londres. Em dezembro, uma agente de 52 anos foi presa e depois colocada em liberdade após o pagamento de fiança.
Os demais detidos são os ex-diretores do The Sun Fergus Shanahan e Graham Dudman, o atual diretor da seção de fatos, Mike Sullivan, e o chefe de informação Chris Pharo, conforme a rede britânica BBC. Esses indivíduos estão agora sendo interrogados como suspeitos de "corrupção, ajudar e instigar a má conduta em uma repartição pública e conspiração". O porta-voz da Scotland Yard explicou que esta operação está relacionada com pagamentos suspeitos feitos a policiais.
As novas detenções acontecem dentro da chamada Operação Elveden, que investiga possíveis subornos a agentes e se desenvolve de forma paralela à pesquisa policial sobre a espionagem jornalística da publicação britânica fechada em julho.
O juiz britânico Brian Leveson investiga atualmente a ética jornalística com relação às escutas ilegais que foram feitas durante anos pelo jornal The News of the World, propriedade do magnata Rupert Murdoch, que interceptou telefones de ricos e famosos para obter informações exclusivas.
Em 2006 se tornou pública a espionagem jornalística, mas a investigação foi depois fechada pela polícia, que retomou o caso em janeiro. O escândalo foi agravado com a revelação de que foram feitas escutas em telefones de familiares de vítimas de crimes, terrorismo e soldados mortos em combate.
A Polícia Metropolitana de Londres disse que os detidos, homens com idades entre 29 e 56 anos, foram presos entre 4h e 6h no horário de Brasília, em diferentes locais em Londres e Essex, suspeitos de pagar supostos subornos a jornalistas e policiais no escândalo.
O agente, lotado no departamento de vigilância territorial da Polícia Metropolitana, foi detido em serviço em uma Delegacia no centro de Londres, sob a suspeita de "corrupção, má conduta no exercício da profissão em uma repartição pública e conspiração com relação aos dois delitos". Dois dos outros homens foram detidos no condado de Essex e o quarto em uma localidade do norte de Londres. Em dezembro, uma agente de 52 anos foi presa e depois colocada em liberdade após o pagamento de fiança.
Os demais detidos são os ex-diretores do The Sun Fergus Shanahan e Graham Dudman, o atual diretor da seção de fatos, Mike Sullivan, e o chefe de informação Chris Pharo, conforme a rede britânica BBC. Esses indivíduos estão agora sendo interrogados como suspeitos de "corrupção, ajudar e instigar a má conduta em uma repartição pública e conspiração". O porta-voz da Scotland Yard explicou que esta operação está relacionada com pagamentos suspeitos feitos a policiais.
As novas detenções acontecem dentro da chamada Operação Elveden, que investiga possíveis subornos a agentes e se desenvolve de forma paralela à pesquisa policial sobre a espionagem jornalística da publicação britânica fechada em julho.
O juiz britânico Brian Leveson investiga atualmente a ética jornalística com relação às escutas ilegais que foram feitas durante anos pelo jornal The News of the World, propriedade do magnata Rupert Murdoch, que interceptou telefones de ricos e famosos para obter informações exclusivas.
Em 2006 se tornou pública a espionagem jornalística, mas a investigação foi depois fechada pela polícia, que retomou o caso em janeiro. O escândalo foi agravado com a revelação de que foram feitas escutas em telefones de familiares de vítimas de crimes, terrorismo e soldados mortos em combate.
morre ao menos 19 pessoas na em diferentes ataques na Siría
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Morrem ao menos 19 pessoas em diferentes ataques na Síria
28 de janeiro de 2012 • 11h23
• atualizado às 12h20
Pelo
menos 12 civis e sete soldados morreram neste sábado na Síria, em
diferentes ataques que os opositores atribuem às forças leais ao regime
e as autoridades sírias a "grupos terroristas".
O grupo opositor Comitês de Coordenação Local (CCL) informou em comunicado a morte de oito civis em Homs, dois em localidades dos arredores de Damasco, um em Deraa e outro em Deir ez Zor.
Já a agência oficial de notícias Sana disse que sete soldados, entre eles um oficial, morreram em um ataque de "um grupo terrorista armado", que o regime de Bashar al-Assad acusa de estar por trás da revolta.
Quanto às vítimas civis, os CCL explicaram que em Homs, um dos principais redutos da oposição a Bashar al Assad, a maior parte das mortes aconteceu por causa de disparos das forças de segurança.
A localidade de Rastan, na província de mesmo nome, foi palco de violentos enfrentamentos entre o Exército e soldados desertores nos quais foram destruídos vários veículos e postos de controle militares.
Os CCL informaram, além disso, que o número de corpos encontrados em uma fazenda chega a 30, por causa de um massacre realizado pelo regime no dia 23 de janeiro.
O morto de Deraa é um dos principais ativistas da cidade, que segundo os CCL teria sido vítima de uma emboscada das forças de segurança. Já em Deir ez Zor aconteceu a explosão de um gasoduto, que segundo a agência "Sana" foi atacado por um "grupo terrorista" e de acordo com os CCL foi alcançado pelo bombardeio do regime.
Este novo dia de violência coincide com a decisão da Liga Árabe de suspender o trabalho de sua missão de observadores pela deterioração da segurança no país.
O grupo opositor Comitês de Coordenação Local (CCL) informou em comunicado a morte de oito civis em Homs, dois em localidades dos arredores de Damasco, um em Deraa e outro em Deir ez Zor.
Já a agência oficial de notícias Sana disse que sete soldados, entre eles um oficial, morreram em um ataque de "um grupo terrorista armado", que o regime de Bashar al-Assad acusa de estar por trás da revolta.
Quanto às vítimas civis, os CCL explicaram que em Homs, um dos principais redutos da oposição a Bashar al Assad, a maior parte das mortes aconteceu por causa de disparos das forças de segurança.
A localidade de Rastan, na província de mesmo nome, foi palco de violentos enfrentamentos entre o Exército e soldados desertores nos quais foram destruídos vários veículos e postos de controle militares.
Os CCL informaram, além disso, que o número de corpos encontrados em uma fazenda chega a 30, por causa de um massacre realizado pelo regime no dia 23 de janeiro.
O morto de Deraa é um dos principais ativistas da cidade, que segundo os CCL teria sido vítima de uma emboscada das forças de segurança. Já em Deir ez Zor aconteceu a explosão de um gasoduto, que segundo a agência "Sana" foi atacado por um "grupo terrorista" e de acordo com os CCL foi alcançado pelo bombardeio do regime.
Este novo dia de violência coincide com a decisão da Liga Árabe de suspender o trabalho de sua missão de observadores pela deterioração da segurança no país.
Notícias » Mundo » Mundo Liga Árabe suspende trabalho de observadores na Síria
Notícias » Mundo » Mundo
Liga Árabe suspende trabalho de observadores na Síria
28 de janeiro de 2012 • 11h31
• atualizado às 17h33
As autoridades sírias disseram lamentar essa decisão, julgando que tendia a "aumentar as pressões para uma intervenção estrangeira nos assuntos sírios", segundo a agência oficial Sana.
O chefe da missão de observação da Liga Árabe na Síria, o general sudanês Mohammed Ahmed Mustapha al-Dabi, havia declarado na sexta-feira que a violência tinha aumentado muito depois de terça-feira, particularmente em Homs e em Hama (centro) e em Idleb (noroeste).
Desde terça-feira, a violência deixou pelo menos 193 mortos, dos quais 137 civis, segundo dados da AFP obtidos a partir de informações oficiais e da organização opositora Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).
Os 165 observadores da Liga Árabe foram mobilizados em 26 dezembro com o consentimento de Damasco para que acompanhassem a aplicação de um plano de resolução da crise prevendo o fim da violência, a libertação dos detidos, a retirada de blindados das cidades e a livre circulação da imprensa estrangeira antes da abertura de negociações. Nenhuma dessas cláusulas foi implementada pela Síria.
O ministro do Interior sírio afirmou neste sábado que o regime está determinado a restabelecer a segurança e "limpar os delinquentes do país", quando a Síria já leva 10 meses submersa na violência por uma revolta sem precedentes contra as autoridades de Damasco. "As forças de segurança estão determinadas a continuar para restabelecer a ordem e a segurança e limpar os delinquentes do território", disse Mohammad Ibrahim al Shaar, citado pela agência oficial Sana.
Neste sábado de manhã, sete soldados morreram em Damasco, entre eles um oficial, durante um ataque a um ônibus do Exército por um "grupo terrorista armado", segundo a agência. No centro do país, os confrontos entre o Exército e desertores deixaram oito mortos, declarou o chefe do OSDH, Rami Abdel Rahmane.
Na sexta-feira a violência deixou 56 vítimas fatais, incluindo 44 civis que foram mortos pelas forças de ordem em diversos pontos do país e 12 membros da segurança que morreram em dois atentados diferentes, segundo Rahmane.
Também na sexta-feira, ao fim de dez meses de revolta com milhares de mortos, segundo a ONU - incluindo pelo menos 384 crianças, segundo o Unicef -, França, Reino Unido, Alemanha e vários países árabes apresentaram ao Conselho de Segurança um projeto de resolução que recupera as linhas principais do plano anunciado há uma semana pela Liga Árabe.
Este plano prevê uma transferência do poder do presidente Bashar Al-Assad para seu vice-presidente e que o governo sírio "ponha fim imediatamente a todos os ataques e violações dos direitos humanos" contra sua população civil. Mas a Rússia se opõe a este texto, pois considera que não é uma base de acordo.
Na segunda-feira está prevista uma reunião de especialistas para indicar os pontos de desacordo antes de negociações de fundo previstas para quarta-feira. Enquanto isso, autoridades da Liga Árabe lideradas por seu secretário-geral, Nabil al-Arabi, devem expor os detalhes do plano árabe no Conselho de Segurança.
Neste contexto, o Conselho Nacional Sírio (CNS), integrado pela maioria das correntes da oposição síria, "decidiu viajar amanhã (domingo) para apresentar o caso sírio ao Conselho de Segurança, sob a direção de Bourhan Ghalioun (...) e exigir uma proteção internacional para os civis sírios", declarou Samir Neshar, membro do comitê executivo.
Para apoiar esta reivindicação, Neshar pediu que sejam organizadas manifestações no domingo diante das embaixadas sírias e russas em todo o mundo, assim como diante de representações da ONU.
A situação na Síria estava no programa de uma reunião este sábado em Istambul, com representantes dos países árabes do Golfo e da Turquia, país que condenou a repressão às manifestações.
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