Três grandes ocorrências de assalto e furtos a estabelecimentos comerciais de Jaú não têm ligação
O delegado interino da DIG (Delegacia de Investigações Gerais),
Edmilson Bataier, afirmou ontem que as três grandes ocorrências de
assalto e furtos a estabelecimentos comerciais de Jaú não têm ligação
entre si. Segundo ele, os atos foram praticados por criminosos
diferentes. Juntos, os bandidos levaram quase R$ 350 mil.
Bataier
informou que a Polícia Civil está investigando os crimes. Ele disse que
várias diligências estão sendo realizadas e as equipes de
investigadores da polícia estão colhendo informações. “Por enquanto não
tenho nada para divulgar, até para não atrapalhar as investigações. Só
posso dizer que estamos trabalhando”.
O último caso ocorrido e
também o mais audacioso foi registrado na tarde de domingo (22).
Segundo informações da Polícia Militar, cinco ladrões entraram no
Supermercado DIA% da Avenida Netinho Prado, às 14h, com armas pesadas -
possivelmente fuzis - e renderam os funcionários. Com um maçarico, os
assaltantes abriram o cofre do estabelecimento e levaram cerca de R$ 60
mil (conforme divulgado pela polícia, mas não confirmado pela empresa).
Outros três homens da quadrilha ficaram do lado de fora, dando
cobertura. Os funcionários foram trancados no banheiro e só conseguiram
avisar a polícia por volta das 18h.
Ontem, a reportagem do BOM DIA
Jaú foi até o supermercado assaltado, no Jardim São Francisco. O
supermercado abriu normalmente e os funcionários que estavam no dia do
crime estavam trabalhando - apenas o gerente do estabelecimento não foi
encontrado. Um equipe da Força Tática da PM estava na empresa ouvindo
funcionários. Segundo informações fornecidas pelos policiais,
tratava-se de uma ação rotineira para tentar descobrir mais algum
detalhe sobre o assalto, que talvez tenha sido omitido pelas vítimas.
No entanto, nada de novo foi descoberto.
O BOM DIA entrou em contato
com a assessoria de imprensa do mercado para comentar o assunto. A
assessoria informou que uma equipe de auditores em segurança está em
Jaú para acompanhar o caso e levantar qual foi o valor total roubado. O
trabalho deve durar cerca de quatro dias. A rede informou ainda, por
meio da assessoria, que dará todas as informações necessárias para
contribuir com o trabalho de investigação da polícia
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